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the UNBUILT series . contexto da exposição

 

 

 

 

 

Esta exposição foi selecionada pela Ordem do Arquitetos para fazer parte da 7ª edição do roteiro dedicado à comemoração do mês da arquitetura, designado por ARQ OUT 18.

UNBUILT, não construído ou o ainda não construído?
2008 e a crise. A (des)confiança social e económica abate-se no investimento privado do cliente particular, reduzindo-o a valores irrelevantes. O estúdio, por adaptação, reposiciona o seu foco na arquitetura possível, com grandes clientes no sector corporativo e na direção de projeto para a criação e requalificação de centros empresariais, unidades industriais e de saúde privada, feiras internacionais, escritórios e algumas reformulações de pequenas frações de habitação.
A casa e o habitar, sensivelmente explorados desde 2002 em vários projetos de média e grande escala, aqui, assumem um enquadramento quase fantasioso e rumam ao universo académico, num traçado exploratório de potencial e valor como forma de captar o interesse do mercado (que outros abandonaram), numa atitude irreconhecível para o arquiteto.
De base no projeto conceptual da casa do próprio autor, em Portugal, os projetos apresentados são momentos de pura exploração sobre os modelos de habitar vernáculos, as técnicas e pressupostos construtivos, como os argumentos de uma sustentabilidade irrefutável.
Esta seleção de projetos lança a reflexão sobre o paradigma da profissão no seu acesso e dependência à encomenda, bem como na criação de oportunidade comercial a partir da rentabilização da investigação científica sem financiamento.
Devido ao interesse integrado do estúdio em arquitetura, produto, design gráfico e web design, os pressupostos nativos das formas de comunicar projeto são intencionalmente questionados: o teor da exposição eleva o conteúdo formal desde as bases que marcam o autor, nos seus estudos dos painéis de Távora para Aveiro, para veleidades gráficas RGB+k, dinâmicas anamórficas de base digital, e por fim, disseca as expressões técnicas de representação tridimensional física impressa.

A inauguração da galeria : studium GALERIA

O autor, o estúdio, a galeria e o tempo. O espaço físico diário sob a direção criativa do arquiteto Sérgio Miguel Magalhães, onde são expostos os projetos da série the UNBUILT. De base conceptual da casa do próprio autor, estes são momentos de pura exploração sobre os modelos de habitar vernáculos, as técnicas e pressupostos construtivos, como os argumentos de uma sustentabilidade intemporal irrefutável. 

Exposição em ambiente de trabalho desde a matéria pessoal e crítica; um exploratório real com base em especulações sobre a arquitetura vernácula e experimental.

O estúdio criativo, sediado no Porto, dedicado a desenhar o tempo e a moldar o espaço pela arquitetura, design de comunicação, design de produto e web design.
Esta abordagem multidisciplinar, crítica, permite olhar cada projeto como um todo, integrado, evoluindo assim os limites da percepção e do contexto, na diluição das barreiras e preconceitos sobre as diferentes disciplinas a que um criativo se permite explorar.
O rigor, a intensidade e a paixão, a metodologia. O sistema que confirma esta forma de estar, enquanto prova a irrefutabilidade processual pela excelência, da dedicação.
Inusitado, assentei o estúdio no centro do Porto, numa zona incontornável da cidade: o Pátio do Bolhão.

Esta seleção, permite-me viver a cidade de perto, num equilíbrio entre o tudo e o necessário.

O estúdio é um porto de interesses, de usos, uma descoberta, pela estranheza, ao renascer uma velha garagem num espaço improvável.

Desde a investigação ao resultado, e onde tudo acontece, logo ali ao lado.

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